Direito de Resposta

Trata a presente resposta à nota publicada no site oficial da campanha da coligação "BH Segue em Frente", que contém informações sabidamente inverídicas e difamatórias, tendo sido concedido o Direito de Resposta à coligação "Frente BH Popular" pela Justiça Eleitoral.

Na nota divulgada no dia 15/08, a coligação "BH Segue em Frente", com o intuito de enganar os eleitores, afirmou que a "Campanha de Patrus Ananias estimula o servidor a grampear ilegalmente colegas de trabalho". Porém não há qualquer estímulo a grampos sendo realizada pela campanha do candidato Patrus Ananias, bem como entendeu a Justiça Eleitoral.

O que na verdade ocorreu foi que o servidor público Welligton do Carmo Faria efetuou, por sua única e exclusiva vontade, a gravação de uma conversa realizada com os funcionários Rosana Faria e Ademilton Aparecido. Na conversa, os funcionários informaram, dentre outras coisas, que os comissionados que não declaravam apoio ao candidato Marcio Lacerda estavam sendo exonerados.

Diante da gravidade da denuncia., a campanha de Patrus Ananias, exercendo um direito constitucionalmente assegurado, optou por efetuar uma denuncia ao Ministério Público e apresentar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral em face de Marcio de Araújo Lacerda e Délio de Jesus Malheiros. Por isso, não há grampos, mas tão somente provas testemunhais e declarações feitas de próprio punho por servidores perseguidos e destituídos de seus cargos.

Por tudo isso, a campanha de Patrus Ananias vem a público dizer que inexiste qualquer estímulo a grampos nos funcionários da PBH. As denúncias apresentadas ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral foram realizadas tão somente para que a justiça seja feita e a moralidade restaurada na administração municipal de Belo Horizonte.

 

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